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113 análises
7 set
A semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810
A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.
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5 set
A hipótese Brasil: a semana em que a régua parou e a urna girou
Pela segunda semana seguida, Washington atravessou os cinco dias sem um lance novo contra o Brasil: tarifas paradas, OFAC ativa em Cuba, Rússia, Irã e Venezuela e muda sobre Brasília, trilha militar sem registro. Os ponteiros que giraram foram domésticos: três institutos certificaram o empate técnico, a PGR comprou briga com o relator do caso Master e o presidente do Supremo abriu procedimento com prazo. O placar semanal da série, separando o fato da inferência.
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5 set
Do Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros frios
A guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.
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4 set
A hipótese Brasil: dois institutos, um empate e a régua parada
O placar de sexta-feira: a Datafolha pôs o presidente numericamente à frente no segundo turno, 46 a 44, um dia depois de o PoderData ter mostrado o desafiante na ponta, e a eleição chega ao fim da semana como empate técnico certificado por dois institutos. Na crise do Supremo, o presidente da corte abriu procedimento e deu cinco dias úteis para Moraes, Mendonça, o procurador-geral e o diretor da Polícia Federal se explicarem. A régua americana não se moveu: tarifas paradas, escritório de sanções do Tesouro sem menção ao Brasil, trilha militar muda. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
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4 set
As Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céu
A leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.
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3 set
A hipótese Brasil: a OFAC age duas vezes e não olha para cá
O placar de quinta-feira: o escritório de sanções do Tesouro americano publicou ações em dois dias seguidos, sobre Cuba e Rússia, sem tocar no Brasil, enquanto a pressão sobre Alexandre de Moraes ganhou capítulos inteiramente domésticos, com o prazo do Senado vencido, um pedido de prisão do presidente da Casa e o plenário do Supremo convocado para a semana que vem. O PoderData mostrou o segundo turno em 45 a 44, a régua tarifária não se moveu e a trilha militar ficou muda. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
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3 set
Duas noites de mísseis e um placar que cada lado conta sozinho
A leitura cruzada desta quinta-feira encontra o Golfo contando mortos que não batem: Teerã diz ter destruído instalações americanas no Kuwait, na Jordânia e no Bahrein, Washington responde que nenhuma base com tropas foi afetada, e o Brent passou de 97 dólares no meio da discordância. Ao redor, Milei fala às 21h em cadeia nacional sobre as Malvinas depois de Washington pôr a soberania em revisão, drones russos apagam 13 regiões da Ucrânia e Moscou cancela voos em massa, o Japão prepara a primeira reforma ministerial de Takaichi e a Uber desliga o motor na Nigéria e em Uganda.
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2 set
A hipótese Brasil: a urna aperta e a PGR compra a briga
O placar de quarta-feira: a Procuradoria-Geral da República pediu a nulidade da investigação que menciona Alexandre de Moraes no caso Banco Master, abrindo disputa pública com o relator André Mendonça, uma pesquisa Quaest apertou o segundo turno para um ponto e a bolsa disparou 3% lendo a urna. A régua tarifária americana não se moveu, a página da OFAC segue sem relistagem e a trilha militar ficou muda. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
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2 set
O casamento em Kuhestak e a manhã de mísseis no Golfo
A leitura cruzada desta quarta-feira encontra o Golfo em sua noite mais dura desde julho: os Estados Unidos bombardearam instalações da Guarda Revolucionária, Teerã diz que um dos alvos era uma casa em festa de casamento em Kuhestak, e a resposta iraniana caiu de madrugada sobre Jordânia, Kuwait, Bahrein e Erbil, com o barril passando de 95 dólares. Ao redor, a Ucrânia acordou sob drones com apagões em cinco regiões, Xangai fez fila por um chip, a vizinhança latino-americana trocou acusações e a África recebeu um alerta climático de 162 milhões de crianças.
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1 set
A hipótese Brasil: o dia do PIB, das armas e do fundo no Texas
O placar de terça-feira: o IBGE entrega um PIB de 0,5% acima do consenso na manhã em que a mesa reaberta com Washington digere o primeiro balanço sem avanço, o ministro Alexandre de Moraes manda o Exército destruir as armas apreendidas do ex-presidente e um relatório do Coaf revela repasse adicional ao fundo do filme da família Bolsonaro no Texas. A relista na Lei Magnitsky segue sem ato da OFAC, e o texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
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