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Tabuleiro

Política monetária

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7 outO juro de 30 anos dos EUA bate 5,70%, o maior desde 2002O juro que o governo americano paga para tomar dinheiro por 30 anos renovou nesta quarta a máxima de 24 anos, a 5,7041%. A alta não vem do banco central, que deve manter a taxa neste mês: vem da dívida de 40 trilhões de dólares, do petróleo de guerra acima de 100 dólares e do volume de títulos que o mercado precisa absorver. Esse preço serve de referência para o crédito no mundo inteiro, e a conta chega ao Brasil pelo câmbio, pela bolsa e pela rolagem da dívida pública.Política monetária5 outFlávio vence o 1º turno e o dólar cai abaixo de 5 reaisO senador fez 47,03% dos votos válidos, Lula fez 45,16%, e a decisão foi para 25 de outubro. Nesta segunda, o mercado reagiu de uma vez: dólar abaixo de 5 reais, bolsa acima de 200 mil pontos pela primeira vez e juros futuros em queda. A semana ainda tem ata do Federal Reserve, IPCA de setembro e o começo da propaganda do segundo turno.Arquitetura de segurança3 outA semana em que o mercado de trabalho americano travou o juroO movimento da semana em Finanças: a economia americana criou 29 mil vagas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e as revisões apagaram 60 mil vagas dos dois meses anteriores. A chance de nova alta de juro na reunião de outubro do Federal Reserve caiu a 17%. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chegou na véspera da eleição: o dólar fechou estável a 5,21 reais e a bolsa subiu 2,63% no último pregão antes do primeiro turno, o maior fechamento desde abril.Política monetária2 outO emprego americano trava e muda a conta do juro globalO relatório oficial de emprego dos Estados Unidos registrou 29 mil vagas criadas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e desemprego de 4,2%. As revisões apagaram 60 mil vagas da conta de julho e agosto. O número derruba a aposta de nova alta de juro na reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de outubro e alivia, por ora, o aperto global que encareceu o dinheiro em setembro. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chega a dois dias do primeiro turno.Política monetária1 outO estado do jogo em setembro: quem avançou em cada dimensãoO balanço mensal do COMPASSO pelas quatro dimensões do poder estrutural. Em Segurança, o controle americano da travessia de Ormuz virou objeto de negociação formal. Em Produção, a trégua entre as potências ganhou prazo e o agro brasileiro perdeu sua terceira porta. Em Finanças, o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortou. Em Conhecimento, dois Estados e seis empresas começaram a escrever a regra da inteligência artificial. Os números do mês, dimensão por dimensão, com as fontes.Arquitetura de segurança1 outSetembro nas Finanças: juro global em alta e Selic na contramãoO deslocamento do mês em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta de juros desde 2023, o Banco do Japão levou sua taxa ao maior nível em 31 anos e o Copom cortou a Selic a 13,75% na direção oposta. O Brasil começou setembro medindo deflação e terminou com a prévia da inflação a 4,47% em doze meses, encostada no teto da meta. O preço do dinheiro voltou a subir no mundo por causa do petróleo de guerra, e a conta chegou ao câmbio antes de chegar à bomba.Política monetária26 setA semana em que a inflação apertou e a bandeira ficou verdeO movimento da semana em Finanças: a última prévia de inflação antes do voto veio acima do esperado, a 0,70% no mês e 4,47% em doze meses, e o juro americano de dez anos tocou o maior nível desde 2007. No mesmo dia, a agência reguladora de energia anunciou bandeira verde para outubro, sem cobrança extra na conta de luz, depois de cinco meses de bandeira amarela. E o governo fez o primeiro contingenciamento do ano, de 13,6 bilhões de reais.Política monetária21 setO fim de semana em seis regiões: a Duma muda de tamanhoAs seis regiões no fim de semana: a Rússia deu ao partido do governo a maior bancada de sua história e maioria para mudar a Constituição, sob o maior ataque de drones já feito contra Moscou. A Venezuela foi recebida por dois governos em três dias. A Índia calculou o custo da lei americana sobre compradores de energia russa. E a Nigéria contou 37 mortos sob custódia de uma força federal, muitos deles adolescentes.Arquitetura de segurança19 setA semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortouO movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.Política monetária18 setA Rússia abre três dias de votação com observadores barradosA leitura cruzada desta sexta: a Rússia começou a eleger os 450 deputados da Duma com voto online em escala inédita, quase 1.300 observadores barrados e mais de 1 milhão de votos antecipados no Donetsk ocupado. A Índia viu a lei Graham transformar em alvo a metade russa do petróleo que importa. Wall Street chega ao vencimento trimestral um dia depois de subir com a alta do Fed, a Argentina voltou a encolher, a semana saudita terminou sob ataques cruzados com os houthis, e a maior abertura de capital da África segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança