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113 análises
10 set
Eleição 2026: Fachin assume a crise e a gasolina espera o voto
Em vinte e quatro horas, o presidente do Supremo cassou as decisões dos dois lados da crise, manteve Andrei Rodrigues no comando da Polícia Federal e marcou o plenário para terça-feira. A Gerp trouxe a primeira pesquisa com vitória fora da margem para Flávio Bolsonaro, isolada ante o empate dos demais institutos. E um decreto congelou o preço da gasolina até um dia depois do primeiro turno, com o barril de guerra acima de 105 dólares.
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10 set
O combustível vira arma em três continentes no dia 195
No dia 195 da guerra, o diesel subiu 24% no atacado americano e o Federal Reserve passou a discutir alta de juros, não corte. Washington e Teerã contam de formas opostas o ataque à base na Jordânia, enquanto o Irã volta a produzir mísseis debaixo da terra. A Rússia recusa a trégua aérea e mira a eletricidade ucraniana. E em Bamako, a Al-Qaeda estrangula a capital do Mali pelo tanque de combustível.
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9 set
Eleição 2026: a corte em pausa e o petróleo na conta do voto
Primeira edição da série diária que lê o processo eleitoral como um movimento só. Em 24 horas: um pedido de vista congelou no Supremo o referendo do afastamento do chefe da Polícia Federal, a rodada completa da Quaest confirmou o empate de 41% a 41% com desaprovação recorde do governo, o capital estrangeiro comprou a corrida apertada como tese de ajuste fiscal, e o barril acima de 100 dólares entrou na conta da bomba e da inflação da reta final.
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9 set
O barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo dia
O petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.
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9 set
Washington afunda cinco petroleiros e o barril passa dos 100
O comando militar americano para o Oriente Médio destruiu cinco petroleiros da frota paralela iraniana entre o Golfo de Omã e a ilha de Kharg. O Irã respondeu atacando dez navios perto do estreito de Ormuz e disparando vinte mísseis balísticos contra uma base na Jordânia. Na manhã desta quarta-feira, o Brent rompeu os 100 dólares pela primeira vez em seis semanas, e a renda da escassez começou a trocar de mãos.
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8 set
A guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávit
A terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.
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8 set
A hipótese Brasil: o silêncio segue e a corte se divide
O placar desta terça-feira registra mais um dia sem lance americano contra o Brasil: o escritório de sanções do Tesouro seguiu ativo em outros alvos e mudo sobre o país, nenhuma autoridade de Washington comentou a eleição, e a trilha militar não registrou movimento. Quem trabalhou foi o tabuleiro doméstico: um ministro do Supremo afastou o diretor-geral da Polícia Federal, a primeira pesquisa da série pôs o desafiante numericamente à frente e a bolsa celebrou. E o Canadá começou a pagar, a partir de hoje, o preço de retaliar o tarifaço na mesma moeda, o experimento que a mesa brasileira observa de camarote.
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8 set
Os enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noite
A leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.
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7 set
A guerra vira caça ao petroleiro e o barril passa dos 97
O fim de semana transformou o estreito de Ormuz num duelo de embarcações: Washington atingiu três petroleiros iranianos, Teerã respondeu atacando navios ligados aos americanos e disparando um míssil balístico na direção de navios de guerra, e o Brent abre a segunda-feira acima dos 97 dólares. O Irã promete uma zona restrita no mar e uma rota nova combinada com Omã, o presidente do parlamento iraniano declara as petroleiras americanas alvos legítimos, e a semana corre em silêncio de banco central: decisão europeia na quinta, inflação americana na sexta, Federal Reserve no dia 16.
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7 set
A hipótese Brasil: o Sete de Setembro vira teste de rua
O placar de segunda-feira cobre o fim de semana e a semana à frente: Washington atravessou o feriado sem um lance novo contra o Brasil, com tarifas paradas, escritório de sanções sem menção ao país e trilha militar muda, enquanto o Sete de Setembro põe a tensão da série na rua, soberania na Esplanada de manhã e ato contra o Supremo na Paulista à tarde. A semana guarda o relatório do caso Banco Master com plenária prevista, a inflação dos dois países na sexta e a antessala das decisões de juros. O texto separa, trilha por trilha, o fato da inferência.
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