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Análises · página 20

22 agoA semana em que o mercado votou antes do DatafolhaA atividade caiu 0,6%, a Casas Bahia quebrou no juro de 14%, o barril cobrou na bomba, e ainda assim a bolsa fechou a semana aos 171 mil pontos com o dólar a 5,14 reais, horas antes de o Datafolha mostrar 39% a 33% e um segundo turno de 47% a 43%. O movimento da semana no Brasil.Energia22 agoO embargo como arma: a semana dos seis tabuleirosA trégua entre Washington e Teerã venceu, os Emirados cortaram o comércio com o Irã, Moscou levou dois enxames de 600 drones e a guarda costeira chinesa normalizou o leste de Taiwan. A semana em que a guerra preferiu embargos, listas e drones sem dono à pólvora declarada. A leitura cruzada semanal dos seis tabuleiros.Arquitetura de segurança21 agoA hipótese Brasil: dia de pesquisa, resposta em mandarimNa sexta em que a campanha esperou a primeira pesquisa Datafolha registrada, as trilhas da coerção e da segurança ficaram quietas, o mercado tirou prêmio de risco do preço e a resposta brasileira apareceu onde ninguém a esperava: num supercomputador com sócios chineses. O placar de sexta-feira.Arquitetura de segurança21 agoA IA soberana brasileira chega com um sócio de ShenzhenO governo federal anunciou nesta sexta cerca de 2,5 bilhões de reais para inteligência artificial, com um supercomputador no Rio de Janeiro construído em parceria com as chinesas Huawei e iFlytek. No mesmo dia, nos Estados Unidos, a Anthropic preparava uma das maiores aberturas de capital da história. Os dois lances contam a mesma disputa.Cadeia de semicondutores21 agoAntes do Datafolha, o mercado fez a própria pesquisaO Ibovespa subiu 2% e voltou aos 171 mil pontos, o dólar caiu a 5,16 reais e o Tesouro IPCA+ voltou a pagar menos de 8% pela primeira vez desde junho, horas antes da primeira pesquisa Datafolha registrada da campanha, marcada para as 18h40. O preço dos ativos é a primeira urna de toda eleição.Política monetária21 agoO D-day econômico contra o Irã manda a conta para PequimO memorando que ainda deixava o petróleo iraniano circular venceu nesta sexta, e o Tesouro americano promete para segunda as sanções que chama de as mais duras da história. O maior comprador desse petróleo é a China, que já cortou um terço das importações e respondeu com o vocabulário da paciência: há uma visita de Estado marcada para setembro.Comércio global21 agoO prazo do petróleo iraniano vence e o embargo vira totalO memorando entre Washington e Teerã venceu nesta sexta sem renovação, e o pacote de sanções prometido para segunda fecha o cerco ao petróleo iraniano. A leitura cruzada percorre os seis tabuleiros: o racha dentro do próprio Irã, a China que compra menos, os drones na fronteira da Moldávia e a refinaria que o maior industrial da África ofereceu ao Quênia.Comércio global20 agoA China segura o juro, o Fed hesita, e o barril decideO banco central chinês manteve nesta quinta a taxa básica de empréstimos pelo décimo quinto mês, com o crescimento no menor ritmo desde o fim de 2022. Na véspera, a ata do Federal Reserve mostrou três votantes querendo subir juros. Dois bancos centrais, medos opostos, o mesmo barril de Ormuz.Comércio global20 agoA conta da inteligência artificial virou conta de luzA garantia de 105 bilhões de dólares que a Nvidia deu ao data center da OpenAI em Ohio vem casada com 10 gigawatts de geração nova e 4,2 bilhões despejados na rede elétrica. Na véspera, a Pensilvânia obrigou por lei quem constrói data center a bancar a própria energia. O gargalo da IA deixou de ser o chip e virou o megawatt.Energia20 agoA hipótese Brasil: a relista volta à mira, o juro à mesaNo dia de campanha desta quinta, ações contra Flávio Bolsonaro e a discussão da dosimetria recolocaram Moraes na mira da Lei Magnitsky como deliberação reportada, a trilha militar ficou sem lance, e o Conselho Monetário Nacional se reuniu com o dólar precificando a pressão americana. O placar de quinta.Arquitetura de segurança