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Análises · página 10

15 setEleição 2026: a terceira pesquisa empata e o Supremo se divideA terceira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta terça: a Indexa mediu 43% a 42% para Lula no segundo turno, dentro da margem, devolvendo o sinal que a Quaest havia invertido. No mesmo dia, o plenário do Supremo passou a manhã discutindo o caso Moraes sem proferir um voto: dois ministros se declararam fora do julgamento, os demais trocaram acusações em público, e a decisão de mérito tende a ficar para o dia 23. Washington segue em silêncio oficial, com sanções em conversa de bastidor.Arquitetura de segurança15 setOs criadores da IA pedem desaceleração e Trump chama de farsaO executivo-chefe da Anthropic publicou na sexta-feira um ensaio pedindo que a indústria desacelere a fronteira da inteligência artificial, e os chefes da OpenAI e da SpaceX aderiram no fim de semana. Na segunda, Trump respondeu que o medo da IA é "uma farsa" e falou em "conspiração doentia contra a IA e os data centers". Pequim chamou os alertas de "narrativas de ameaça". Entre o pedido e a recusa, a Nvidia perdeu 176,6 bilhões de dólares de valor em um dia.Regulação das IAs15 setQuatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.Arquitetura de segurança14 setA semana abre com a reunião de Salalah adiada e o barril a 108A semana que começa perdeu no domingo a única negociação que tinha marcada. Omã adiou, sem data nova, a reunião de Salalah que apresentaria a rota temporária para o estreito de Ormuz, depois de um pedido saudita. Na reabertura dos mercados, o Brent subiu 3,6%, a 108 dólares, máxima de quatro meses. A agenda que sobra é de força e de juros: Copom e Federal Reserve decidem na mesma quarta-feira, e o Supremo define amanhã o comando da Polícia Federal.Arquitetura de segurança14 setClima: o Pacífico chega aos +2 °C do evento muito forteO boletim semanal da NOAA publicado nesta segunda-feira mediu +2,0 °C de anomalia na região Niño 3.4, o piso da faixa que define um El Niño muito forte. É o primeiro registro semanal de 2026 nesse degrau. Na costa do Peru, o comitê oficial estima 57% de chance de condições cálidas extraordinárias em setembro, e o desembarque de anchoveta caiu 80%. No Brasil, a Conab apresenta amanhã o primeiro levantamento da safra desenhada sob o fenômeno.Energia14 setEleição 2026: Flávio à frente na Quaest pela primeira vezA primeira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta segunda: a Quaest mediu 42% a 40% para Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno, dentro da margem de dois pontos, mas com o sinal numérico invertido pela primeira vez na série do instituto. No mesmo fim de semana, ficou público o inquérito do Supremo contra o senador no caso do filme Dark Horse, os dois candidatos passaram o domingo fora das ruas, e o plenário do Supremo decide amanhã quem comanda a PF.Arquitetura de segurança14 setO fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêmA leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.Arquitetura de segurança12 setA semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleoO movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.Arquitetura de segurança12 setA semana em que o alerta de extinção saiu do laboratórioO movimento da semana em Conhecimento: a demissão de um pesquisador da Anthropic passou de 150 milhões de visualizações, o líder de alinhamento da empresa confirmou a substância do aviso, e o Estado americano respondeu dividido: o Pentágono tirou 90% dos contratos sigilosos, o Departamento de Energia financiou mais uma usina para a corrida, e o Senado marcou sessão fechada para terça. Enquanto isso, os agentes soltos da OpenAI apareceram em mais de 23 sites.Energia12 setA semana em que o Canadá mediu o preço de responderO movimento da semana em Produção: as contratarifas canadenses entraram em vigor com 80% de apoio interno, Washington respondeu com proibições de importação, e no fim da semana os dois lados voltaram a negociar. A China escolheu outra rota: superávit recorde de 119 bilhões de dólares em agosto, com chips crescendo 129,8%, duas semanas antes da visita de Xi Jinping a Washington. Para o Brasil, que negocia a reunião de 30 de setembro, o experimento canadense é a medição que faltava.Cadeia de semicondutores