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Tesouro Nacional
Todas as análises em que Tesouro Nacional aparece disputando o excedente.
16 análises
7 out
O juro de 30 anos dos EUA bate 5,70%, o maior desde 2002
O juro que o governo americano paga para tomar dinheiro por 30 anos renovou nesta quarta a máxima de 24 anos, a 5,7041%. A alta não vem do banco central, que deve manter a taxa neste mês: vem da dívida de 40 trilhões de dólares, do petróleo de guerra acima de 100 dólares e do volume de títulos que o mercado precisa absorver. Esse preço serve de referência para o crédito no mundo inteiro, e a conta chega ao Brasil pelo câmbio, pela bolsa e pela rolagem da dívida pública.
Política monetária
6 out
As bets saem do ar com R$ 1,3 bilhão parado nas contas
Terminou à meia-noite desta terça o prazo da medida provisória que proibiu as apostas de quota fixa no país. O Supremo não deu a liminar que o setor esperava, e os endereços das casas licenciadas passaram a levar para uma página do governo. Ficaram para trás R$ 1,33 bilhão em saldos, que os bancos devolvem entre os dias 9 e 14, um mercado de R$ 37 bilhões por ano e uma disputa que agora corre no Supremo e no Congresso.
Regulação das apostas
5 out
Flávio vence o 1º turno e o dólar cai abaixo de 5 reais
O senador fez 47,03% dos votos válidos, Lula fez 45,16%, e a decisão foi para 25 de outubro. Nesta segunda, o mercado reagiu de uma vez: dólar abaixo de 5 reais, bolsa acima de 200 mil pontos pela primeira vez e juros futuros em queda. A semana ainda tem ata do Federal Reserve, IPCA de setembro e o começo da propaganda do segundo turno.
Arquitetura de segurança
3 out
A semana em que o mercado de trabalho americano travou o juro
O movimento da semana em Finanças: a economia americana criou 29 mil vagas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e as revisões apagaram 60 mil vagas dos dois meses anteriores. A chance de nova alta de juro na reunião de outubro do Federal Reserve caiu a 17%. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chegou na véspera da eleição: o dólar fechou estável a 5,21 reais e a bolsa subiu 2,63% no último pregão antes do primeiro turno, o maior fechamento desde abril.
Política monetária
2 out
O emprego americano trava e muda a conta do juro global
O relatório oficial de emprego dos Estados Unidos registrou 29 mil vagas criadas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e desemprego de 4,2%. As revisões apagaram 60 mil vagas da conta de julho e agosto. O número derruba a aposta de nova alta de juro na reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de outubro e alivia, por ora, o aperto global que encareceu o dinheiro em setembro. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chega a dois dias do primeiro turno.
Política monetária
1 out
Setembro nas Finanças: juro global em alta e Selic na contramão
O deslocamento do mês em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta de juros desde 2023, o Banco do Japão levou sua taxa ao maior nível em 31 anos e o Copom cortou a Selic a 13,75% na direção oposta. O Brasil começou setembro medindo deflação e terminou com a prévia da inflação a 4,47% em doze meses, encostada no teto da meta. O preço do dinheiro voltou a subir no mundo por causa do petróleo de guerra, e a conta chegou ao câmbio antes de chegar à bomba.
Política monetária
26 set
A semana em que a inflação apertou e a bandeira ficou verde
O movimento da semana em Finanças: a última prévia de inflação antes do voto veio acima do esperado, a 0,70% no mês e 4,47% em doze meses, e o juro americano de dez anos tocou o maior nível desde 2007. No mesmo dia, a agência reguladora de energia anunciou bandeira verde para outubro, sem cobrança extra na conta de luz, depois de cinco meses de bandeira amarela. E o governo fez o primeiro contingenciamento do ano, de 13,6 bilhões de reais.
Política monetária
19 set
A semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortou
O movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.
Política monetária
16 set
Copom e Federal Reserve decidem hoje em sentidos opostos
O Federal Reserve, o banco central americano, anuncia às 15h de Brasília a decisão de juros desta quarta, e os contratos futuros dão 93% de chance à primeira alta desde 2023, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Depois das 18h30, o Copom, o comitê de juros do Banco Central brasileiro, deve anunciar o quinto corte seguido da Selic, de 14% para 13,75%. Se as duas apostas se confirmarem, a distância entre os dois juros encolhe meio ponto num único dia, com o petróleo perto de 108 dólares e o presidente americano pedindo em público o contrário do que o próprio Federal Reserve deve fazer.
Política monetária
1 set
Agosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urna
O deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.
Comércio global
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