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Estados Unidos

Todas as análises em que Estados Unidos aparece disputando o excedente.

196 análises

19 setA semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortouO movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.Política monetária19 setA semana em que o petróleo voltou a andar, mas só com escoltaO movimento da semana em Produção: a Aramco vendeu 20 milhões de barris transferindo carga em alto mar sob escolta americana, o Brent caiu 1,2% e o barril físico de Omã chegou a 132 dólares. A tarifa americana ganhou três usos na mesma semana, contra o Canadá, contra os compradores da energia russa e como moeda para a visita de Xi Jinping. E a China chegou à véspera da negociação com indústria acelerando e consumo parado.Comércio global19 setA semana em que o ritmo da IA ganhou três lados em públicoO movimento da semana em Conhecimento: o pedido de desaceleração feito pelos criadores da IA virou disputa organizada, com a Casa Branca recusando freio, um projeto no Congresso propondo proibir a superinteligência e Geoffrey Hinton dizendo a senadores, em sessão fechada, que falta cerca de um ano para o autoaprimoramento sair do controle. A reunião entre Trump e os chefes das empresas pode acontecer na semana da visita de Xi Jinping.Regulação das IAs19 setEleição 2026: a semana pende a Flávio e termina empatadaNove medições de segundo turno em uma semana: seis vantagens numéricas do senador, três do presidente, quase todas dentro da margem. O Datafolha manteve 46% a 44%, a Gerp abriu 7 pontos para Flávio, e a estimativa da série segue em 50 a 50. A crise da corte virou o eixo da campanha pelos dois lados, a lei Graham deu prazo à pressão externa, e a campanha passa o sábado em Santa Catarina.Arquitetura de segurança18 setA Rússia abre três dias de votação com observadores barradosA leitura cruzada desta sexta: a Rússia começou a eleger os 450 deputados da Duma com voto online em escala inédita, quase 1.300 observadores barrados e mais de 1 milhão de votos antecipados no Donetsk ocupado. A Índia viu a lei Graham transformar em alvo a metade russa do petróleo que importa. Wall Street chega ao vencimento trimestral um dia depois de subir com a alta do Fed, a Argentina voltou a encolher, a semana saudita terminou sob ataques cruzados com os houthis, e a maior abertura de capital da África segue aberta até 13 de outubro.Arquitetura de segurança18 setEleição 2026: Lula compra a briga com a corte pelo caso MasterLula afirmou nesta sexta que há 5 ministros do Supremo ligados, nas palavras dele, direta ou indiretamente ao caso Master, e defendeu que as suspeitas sejam julgadas em conjunto. É a entrada mais dura do presidente na crise da corte, a 16 dias do voto. Na véspera, André Mendonça, no Tribunal Superior Eleitoral, rejeitou a ação de um deputado do PL contra o reajuste de 15% do Bolsa Família. O Datafolha da noite de quinta manteve 46% a 44% e não confirmou a inclinação da rodada ao senador. E o aperto global de juros obrigou o Banco Central a vender 1 bilhão de dólares nesta manhã.Arquitetura de segurança18 setJapão sobe o juro a 1,25% e fecha a semana do aperto globalO Banco do Japão elevou nesta sexta o juro básico de 1% para 1,25%, o maior nível desde 1995, por 7 votos a 2. É a terceira decisão do mundo rico na mesma semana e na mesma direção: o Federal Reserve subiu o juro na quarta, pela primeira vez em três anos, e o Banco da Inglaterra manteve a taxa na quinta. Setembro registra a maior alta média de juros das dez economias ricas desde julho de 2023. No Brasil, que cortou a Selic na contramão, o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares em dois leilões extraordinários nesta manhã, com o dólar acima de 5,16 reais.Energia17 setEleição 2026: a rodada pende a Flávio e a corte fica sem dataTrês pesquisas nacionais divulgadas nesta quinta deram vantagem numérica a Flávio Bolsonaro no segundo turno: PoderData, 46% a 44%, AtlasIntel, 47,2% a 46,8%, e Futura, 48,1% a 43,7%, a única fora da margem. No mesmo dia, Edson Fachin cancelou a sessão que julgaria o caso Mendonça no dia 23, e a crise do Supremo ficou inteira sem calendário. Em Washington, documentos revelados mostram que as exigências americanas para aliviar o tarifaço incluíam a eleição de 2026. O Datafolha com campo até esta quinta sai à noite.Arquitetura de segurança17 setKiev sob ataque no dia em que as sanções chegam a TrumpA leitura cruzada desta quinta: a Rússia lançou 157 drones e mísseis contra a Ucrânia na madrugada em que a Câmara americana aprovou, por 262 a 159, a lei que pune com tarifas de até 100% os compradores de energia russa. O Banco da Inglaterra segurou o juro em 3,75% um dia depois da alta do Federal Reserve. A missão da ONU viu indícios de crimes de guerra americanos no Irã, o Japão trocou ministros sem trocar a política econômica, e a abertura de capital da refinaria Dangote derrubou aplicativos de investimento na Nigéria.Arquitetura de segurança17 setO barril cai a 103 e o petróleo saudita volta a cruzar OrmuzO Brent caiu a cerca de 103 dólares nesta quinta, o segundo dia seguido de queda, depois de rodar entre 107 e 109 na véspera. A Aramco, a petroleira estatal saudita, vendeu cerca de 20 milhões de barris a refinarias da Ásia e voltou a embarcar petróleo pelo estreito de Ormuz, transferido de navio a navio sob proteção da marinha americana. Trump disse que a guerra está, nas palavras dele, com sorte perto do fim, e o chanceler do Irã acenou em Pequim com a volta da diplomacia.Comércio global