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Estados Unidos

Todas as análises em que Estados Unidos aparece disputando o excedente.

196 análises

3 outA semana em que o mercado de trabalho americano travou o juroO movimento da semana em Finanças: a economia americana criou 29 mil vagas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e as revisões apagaram 60 mil vagas dos dois meses anteriores. A chance de nova alta de juro na reunião de outubro do Federal Reserve caiu a 17%. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chegou na véspera da eleição: o dólar fechou estável a 5,21 reais e a bolsa subiu 2,63% no último pregão antes do primeiro turno, o maior fechamento desde abril.Política monetária3 outEleição 2026: a véspera termina empatada e sob pressão externaO texto de sábado da série: a campanha termina com Lula na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro em carreata no interior paulista e duas pesquisas finais sendo coletadas para sair à noite. O acumulado segue em 26 medições de segundo turno e estimativa central de 50 a 50. A véspera corre com os consulados americanos fechados, a embaixada da Austrália suspensa e observadores internacionais em campo. Amanhã, o eleitorado decide se a corrida acaba no domingo ou segue até 25 de outubro.Arquitetura de segurança2 outA hipótese Brasil depois da suspensão consular dos EUAA dois dias do primeiro turno, Washington suspendeu o atendimento consular no Brasil sem detalhar a ameaça, e a história da pressão americana sobre a região ajuda a dimensionar o gesto.Arquitetura de segurança2 outEleição 2026: o debate cai e as pesquisas finais se dividemA TV Globo cancelou o último debate do primeiro turno horas antes do início, depois de uma decisão do TSE que proibiu mostrar o púlpito vazio de Lula e de uma ordem do STF que mandou incluir Renan Santos. Lula falou a um pico de 1,7 milhão de pessoas no Flow; a live de Flávio Bolsonaro chegou a 900 mil. As duas pesquisas da véspera apontam em direções opostas: o Datafolha dá 48 a 45 para o presidente no segundo turno e a Real Time Big Data dá 51 a 49 para o senador. O acumulado chega a 26 medições e a estimativa central segue 50 a 50.Arquitetura de segurança2 outO dia em seis regiões: Kiev sem pontes e o barril abaixo de 100A Rússia lançou 108 drones na madrugada desta sexta e tirou de operação as três principais pontes de Kiev, no quarto ataque em um dia contra a Ponte Sul. O petróleo voltou a fechar abaixo de 100 dólares, puxado pela proposta francesa de liberar estoques de diesel e de petróleo na Europa. A China começou a Semana Dourada com 2,13 bilhões de deslocamentos previstos em sete dias. Na Nigéria, os servidores públicos pararam por três dias. E o emprego americano fraco mudou a conta do juro global, o fato do dia, analisado em texto próprio.Arquitetura de segurança2 outO emprego americano trava e muda a conta do juro globalO relatório oficial de emprego dos Estados Unidos registrou 29 mil vagas criadas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e desemprego de 4,2%. As revisões apagaram 60 mil vagas da conta de julho e agosto. O número derruba a aposta de nova alta de juro na reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de outubro e alivia, por ora, o aperto global que encareceu o dinheiro em setembro. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chega a dois dias do primeiro turno.Política monetária1 outO estado do jogo em setembro: quem avançou em cada dimensãoO balanço mensal do COMPASSO pelas quatro dimensões do poder estrutural. Em Segurança, o controle americano da travessia de Ormuz virou objeto de negociação formal. Em Produção, a trégua entre as potências ganhou prazo e o agro brasileiro perdeu sua terceira porta. Em Finanças, o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortou. Em Conhecimento, dois Estados e seis empresas começaram a escrever a regra da inteligência artificial. Os números do mês, dimensão por dimensão, com as fontes.Arquitetura de segurança1 outSetembro na Produção: a trégua das potências e o agro cercadoO deslocamento do mês em Produção: a visita de Xi Jinping a Washington estendeu a trégua comercial até janeiro de 2027 e criou uma lista de tarifas menores para 30 bilhões de dólares de cada lado, sem destravar chips nem terras raras. O Canadá mediu o preço de retaliar e voltou a negociar. E o Brasil fechou setembro com as três maiores portas da sua carne restringidas ao mesmo tempo: o tarifaço americano, o embargo europeu e, desde 1º de outubro, a sobretaxa chinesa de 55%.Cadeia de semicondutores1 outSetembro na Segurança: a travessia de Ormuz virou negociaçãoO deslocamento do mês em Segurança: setembro abriu com Washington bombardeando o sul do Irã. Fechou com uma proposta iraniana por escrito, uma rejeição pública de Trump e uma contraproposta americana entregue pelo Catar. No meio, a guerra fechou as três rotas do petróleo do Golfo, os Estados Unidos deixaram o Iraque depois de 23 anos e a Rússia aprovou o maior orçamento militar desde a invasão da Ucrânia. O controle sobre quem atravessa o estreito deixou de ser disputado a tiros e passou a ser vendido em papel.Arquitetura de segurança1 outSetembro nas Finanças: juro global em alta e Selic na contramãoO deslocamento do mês em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta de juros desde 2023, o Banco do Japão levou sua taxa ao maior nível em 31 anos e o Copom cortou a Selic a 13,75% na direção oposta. O Brasil começou setembro medindo deflação e terminou com a prévia da inflação a 4,47% em doze meses, encostada no teto da meta. O preço do dinheiro voltou a subir no mundo por causa do petróleo de guerra, e a conta chegou ao câmbio antes de chegar à bomba.Política monetária