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Brasil

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1 setAgosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urnaO deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.Comércio global1 setO PIB de 0,5% divide a cena com as armas e o fundo do TexasO IBGE entregou um PIB de 0,5% no segundo trimestre, acima do consenso, com a agropecuária em alta de 2,8% e o consumo das famílias em queda de 0,4%, e a bolsa emendou a décima alta seguida puxada pelo petróleo da guerra. No mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes mandou o Exército destruir ou doar as armas apreendidas de Jair Bolsonaro, e um relatório do Coaf revelou repasse adicional de 1,66 milhão de dólares ao fundo do filme sobre o ex-presidente no Texas. O relato separa, ponto a ponto, o fato da leitura.Comércio global31 agoA hipótese Brasil: a mesa das 14h30 e o golfe de sábadoA primeira reunião formal da negociação do tarifaço acontece nesta segunda às 14h30, mas a conversa do fim de semana foi outra: 45 minutos entre o dono do BTG Pactual e o presidente americano num campo de golfe, sobre energia, minerais raros e data centers. O placar de segunda-feira da série, com a relista de Moraes entrando na quarta semana pendurada.Arquitetura de segurança31 agoO PIB chega na terça, mas a mesa com Washington abre hojeA semana decisiva de agosto para setembro abre com três relógios: às 11h30 os dados fiscais de julho testam a dívida na casa dos 82% do PIB, às 14h30 as equipes de Brasília e Washington fazem a primeira reunião formal do tarifaço, e na terça o IBGE conta quanto a economia cresceu no trimestre, com consenso de 0,2%. Tudo isso com a bolsa vindo de oito altas seguidas, o dólar perto de 5,16 e a campanha entrando na segunda semana em clima de tribunal.Comércio global29 agoA hipótese Brasil: a semana em que a pressão veio por WyomingPela primeira vez desde julho, Washington passou uma semana inteira sem lance novo contra o Brasil, e a pressão apertou assim mesmo: o novo presidente do Fed admitiu alta de juros e devolveu o dólar aos 5,19, o precedente canadense virou lista com data e a relista de Moraes completou a terceira semana pendurada. O placar semanal da série.Arquitetura de segurança29 agoA semana em que a economia do eleitor falou dois idiomasDeflação na prévia da inflação, o menor desemprego da série e a melhor semana da bolsa desde abril chegaram juntos com o discurso do novo presidente do Fed admitindo alta de juros e o dólar de volta aos 5,19 reais. Na semana em que a propaganda eleitoral estreou, o governo e a oposição ganharam, cada um, o seu retrato verdadeiro. O movimento da semana no Brasil.Comércio global29 agoA semana em que a licença virou o gargalo da IAA Nvidia dobrou a receita e escreveu zero na linha da China, o Texas travou uma fila de 474 gigawatts para auditar data centers, a Anthropic prepara o maior IPO da história listando a revolta contra a IA como risco material e a nuvem da Alibaba aterrissou em São Paulo. O gargalo da indústria deixou de ser o chip e virou a licença. O movimento da semana na Economia Política das IAs.Cadeia de semicondutores28 agoA hipótese Brasil: a campanha entra no ar sob o juro de WyomingSem lance americano novo contra o Brasil nesta sexta, a pressão do dia veio pelo canal que não pede decreto: o primeiro discurso do novo presidente do Fed admitiu alta de juros e devolveu o dólar aos 5,20 reais. No mesmo dia, a propaganda eleitoral gratuita estreou no rádio e na TV, e a mesa de segunda-feira com o USTR seguiu de pé.Arquitetura de segurança28 agoA nuvem chinesa aterrissa no Brasil um dia depois do zeroUm dia depois de a Nvidia declarar zero de receita chinesa na projeção, a Alibaba ligou seus dois primeiros data centers brasileiros e abriu a primeira região de nuvem da empresa na América do Sul, com serviços de inteligência artificial e a promessa de guardar o dado brasileiro sob a lei brasileira. O desacoplamento que virou premissa contábil em Santa Clara virou endereço físico em São Paulo.Cadeia de semicondutores28 agoWarsh estreia, o dólar volta a 5,20 e a campanha entra no arO primeiro discurso do novo presidente do Fed admitiu que pode ser preciso subir juros, e o dólar passou dos 5,20 reais antes do almoço, com o Ibovespa devolvendo a alta da manhã. No mesmo dia, o ministério do Trabalho apresentou o Caged de julho e a propaganda eleitoral gratuita estreou no rádio e na TV. A economia que o eleitor vai julgar começou a ser disputada hoje, em dois idiomas: o do emprego recorde e o do juro americano.Comércio global