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Arábia Saudita

Todas as análises em que Arábia Saudita aparece disputando o excedente.

31 análises

12 setA semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleoO movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.Arquitetura de segurança9 setWashington afunda cinco petroleiros e o barril passa dos 100O comando militar americano para o Oriente Médio destruiu cinco petroleiros da frota paralela iraniana entre o Golfo de Omã e a ilha de Kharg. O Irã respondeu atacando dez navios perto do estreito de Ormuz e disparando vinte mísseis balísticos contra uma base na Jordânia. Na manhã desta quarta-feira, o Brent rompeu os 100 dólares pela primeira vez em seis semanas, e a renda da escassez começou a trocar de mãos.Arquitetura de segurança8 setA guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávitA terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.Arquitetura de segurança2 setO casamento em Kuhestak e a manhã de mísseis no GolfoA leitura cruzada desta quarta-feira encontra o Golfo em sua noite mais dura desde julho: os Estados Unidos bombardearam instalações da Guarda Revolucionária, Teerã diz que um dos alvos era uma casa em festa de casamento em Kuhestak, e a resposta iraniana caiu de madrugada sobre Jordânia, Kuwait, Bahrein e Erbil, com o barril passando de 95 dólares. Ao redor, a Ucrânia acordou sob drones com apagões em cinco regiões, Xangai fez fila por um chip, a vizinhança latino-americana trocou acusações e a África recebeu um alerta climático de 162 milhões de crianças.Arquitetura de segurança1 setAgosto nos seis tabuleiros: o mês dos corredores vigiadosA leitura cruzada mensal de estreia: em agosto, o petróleo atravessou Ormuz por escolta, o grão ucraniano saiu pela Moldávia, o comércio do Golfo virou lista de exceções e a diplomacia circulou sob trégua combinada por telefone. Onde havia direito de passagem, o mês deixou pedágio, escolta e licença. O deslocamento de agosto nos seis tabuleiros.Arquitetura de segurança20 agoOs Emirados cortam o comércio com o Irã, e o Golfo rachaOs Emirados Árabes Unidos suspenderam todo o comércio com o Irã depois que dois mísseis caíram no Golfo Pérsico, e Teerã nega ter atirado. A leitura cruzada do dia percorre os seis tabuleiros: das acusações de Milei ao Brasil no Cone Sul à guerra de drones no Leste europeu, o barril de Ormuz atravessa todos.Arquitetura de segurança17 agoSeiscentos drones sobre Moscou, e a OTAN entra na contaO fim de semana teve o maior ataque de drones da guerra contra a capital russa, um caça da OTAN derrubando drone sobre a Romênia, o emissário americano rodando o Golfo com Ormuz semiaberto e um terremoto de 7,7 na Indonésia. A leitura cruzada dos seis tabuleiros.Arquitetura de segurança11 agoO barril a 88 dólares cobra o preço dos corredores fechadosDo Ormuz bloqueado ao grão ucraniano desviado pela Moldávia, o dia foi uma aula sobre quem controla passagens. O barril a 88 dólares é só o termômetro.Energia10 agoO pacto de Meca durou 48 horas até o primeiro testeDois dias depois da assinatura do tratado de defesa mútua, os huthis atacaram a refinaria da Aramco em Jazan e o porto de Mokha. Riade não retaliou. A semana abre com o pacto diante da pergunta que define qualquer aliança: dissuadir no papel é fácil; e agora?Arquitetura de segurança8 agoMeca: aliados dos EUA agora produzem a própria segurançaTurquia, Arábia Saudita e Paquistão transformaram em tratado o que a guerra ensinou: o guarda-chuva americano não parou 38 mísseis e 435 drones. O pacto assinado na cidade mais sagrada do Islã cria um segundo fornecedor de segurança no Golfo. E segurança é economia política em estado puro.Arquitetura de segurança